Pessoa Jurídica
Gerador de CNPJ
CNPJ alfanumérico gerado pelo algoritmo oficial da Receita Federal (IN RFB nº 2.229/2024).
Número gerado
Copiado para a área de transferência.
O novo padrão do CNPJ a partir de julho de 2026
A Instrução Normativa RFB nº 2.229, de 3 de outubro de 2024, determinou que a partir de 1º de julho de 2026 os novos CNPJs emitidos pela Receita Federal passarão a ter caracteres alfanuméricos.
O formato visual permanece XX.XXX.XXX/XXXX-DD com 14 posições, mas as primeiras 12 aceitam letras de A a Z (maiúsculas) e dígitos de 0 a 9. Os 2 últimos dígitos continuam sendo apenas numéricos.
CNPJs emitidos antes dessa data permanecem válidos e funcionando normalmente — não há migração forçada dos cadastros existentes.
Como funciona o algoritmo do novo CNPJ
O novo CNPJ usa o mesmo algoritmo módulo 11, com uma etapa adicional de mapeamento de caracteres para valores numéricos:
Mapeamento: dígitos valem seu próprio valor (0–9). Letras valem A=10, B=11, C=12, …, Z=35.
1º dígito verificador: pesos 5,4,3,2,9,8,7,6,5,4,3,2 aplicados às 12 primeiras posições. Resto da divisão por 11: se <2 → 0; senão → 11 − resto.
2º dígito verificador: pesos 6,5,4,3,2,9,8,7,6,5,4,3,2 aplicados às 12 posições mais o 1º verificador. Mesma regra.
Perguntas frequentes
CNPJs antigos (numéricos) continuam válidos?
Sim. Os CNPJs emitidos antes de julho de 2026 continuam válidos indefinidamente. A mudança afeta apenas os novos CNPJs emitidos a partir dessa data.
Por que a Receita Federal mudou o formato?
Para ampliar a capacidade de endereçamento do cadastro. Com 36 caracteres possíveis por posição (10 dígitos + 26 letras) nas 12 primeiras posições, o espaço de combinações cresce significativamente, evitando o esgotamento futuro da numeração.
O que preciso atualizar nos meus sistemas?
Ampliar campos de banco de dados para aceitar letras, atualizar máscaras de input, atualizar a rotina de validação para mapear letras a valores numéricos antes de aplicar o módulo 11, e manter retrocompatibilidade com CNPJs numéricos existentes.
O CNPJ gerado pode ser usado em sistemas reais?
Não. É matematicamente válido, mas fictício e não registrado na Receita Federal. Destinado exclusivamente a testes de software.